quinta-feira, 24 de outubro de 2013

A Menina que Roubava Livros

A história se situa entre 1939 a 1943, bem na época da segunda guerra mundial. Liesel Meminger encontrou a morte três vezes nesse período, e saiu viva nessas três ocasiões. Liesel morava em uma área pobre de Molching e ela precisou achar formas de se convencer do sentido de sua existência. Após ver seu irmão morrer no colo de sua mãe, Liesel se muda para a casa do casal Hubermann, e leva um livro escondido dentro de sua mala ("O manual do coveiro"), que Liesel pegou. É o primeiro de muitos livros a serem roubados pela menina. E foram esses livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, enquanto a Alemanha estava em guerra, dando trabalho à morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. Mais tarde, as palavras que Liesel encontrou em suas páginas seriam aplicadas em sua vida, com Hans Hubermann e Max Vanderburg, o judeu do porão, o novo amigo quase invisível de Liesel de quem ela prometeu nunca falar. Então seu melhor amigo, Ruby Steiner e a mulher do presidente a ajudam a conquistar seus livros e o conhecimento desejado. Sem comentários... Simplesmente apaixonante. Marcus expõe a vida judia na guerra a partir de uma garotinha alemã que estava aprendendo os prazeres da leitura. Não tem nada mais tocante do que isso. E o fato de estar sendo contado pela própria morte deixa o livro mais especial ainda. Liesel com certeza vai fazer você chorar muito. A Menina que Roubava Livros - ***** (494 páginas) " Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler." (Marcus Zusak)

Nenhum comentário:

Postar um comentário